domingo, 29 de novembro de 2009
As cartas de tarô me confirmaram aquilo que eu já venho sentindo há algum tempo: é hora de sair do viveiro. E é incrível como tudo na minha vida chega como um presente, uma bênção: mal procurei e lá estava um lindo lar à minha espera. Bem, ainda não está nada acertado, mas de cara pude sentir uma grande identificação com aquele lugar! Boa casa, ótima localização, e pessoas muito agradáveis! O único porém é o compartilhamento de quarto, mas pelo menos é só com uma colega. Colega esta que o Universo ainda há de mostrar. Allah queira que seja alguém que possa me ensinar muito, mas também respeitar o meu espaço. Alguém que não se importe de ver artesanatos indígenas e imagens de animais por todo canto.
sexta-feira, 27 de novembro de 2009
Agora tudo faz sentido... Acabei de ligar as últimas peças. O jogo já estava perdido pra mim há muito tempo. Pelo menos ela me parece agradável, até sou capaz de acrescentar um certo açúcar, o mesmo que eu havia negado outrora. Daqui a pouco sou capaz de me apaixonar por ela, como fiz com a outra... Até porque, é a energia dele que eu carrego agora, o legado que ele me deixou. E quando a gente ama, ama até o que o outro ama...
quinta-feira, 26 de novembro de 2009
E agora, será que dilacero mais um pobre coração? Tenho pavor de relacionamentos. O que torna-se muito estranho para uma pessoa que passou ao lado de outra por bem lá seus três anos. É que o amor tem dessas, né. Mas ainda é uma tarefa difícil pra mim, e que pretendo adiar ao máximo até o a próxima traição do destino, esse pentelho. Enquanto aguardo a minha sina, vou me divertindo como posso. E já que eu não posso ter quem eu quero, que eu dê um pouquinho de alegria a quem me quer.
quarta-feira, 25 de novembro de 2009
segunda-feira, 23 de novembro de 2009
E assim ele se foi mais uma vez, mas dessa vez numa sexta-feira treze. Já me cansei de me despedir desse diabo. Se eu fechar os olhos e respirar bem fundo, ainda me lembro daquele cheiro de mato-terra-metal... Aquela pele macia que nem uma mulher tem, mas com mãos calejadas. As mesmas mãos que passearam pelo meu corpo. Mas agora ele se foi pra sempre, até aparecer novamente pedalando em sua bicicleta extraordinária como num delírio.
E é assim mesmo que vai ser, doa a quem doer. Quero descer até as trevas, mas vou me libertar. Meu futuro depende disso, minha alma estava emperrada durante anos. Talvez não. Só da minha cabeça. Sim, ainda guardo amor no coração, mas mesmo ele precisa de um pouco de amargura pra sobreviver. Libertação.
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