terça-feira, 1 de março de 2011

"Plutão em trânsito pelos ângulos do mapa natal
Fernando Barnabé

Pela sétima casa Plutão age como um vulcão trazendo à superfície complexos emocionais e sentimentos de mágoa profundamente enraizados. Irrompem assim, crises nos relacionamentos afectivos, que só poderão ser superados através da sinceridade e do diálogo construtivo, caso contrário as relações sussobrarão ao ciúme e aos sentimentos de posse e de poder; sentimentos que são projectados nos outros e, por serem fruto do inconsciente, deverão ser analisados e compreendidos.

Em alguns casos as energias plutónicas levam-nos a reagir com impulsividade dirigindo a nossa fúria contra parceiros por não termos competência para esgrimir outras armas. Também pode acontecer que a infidelidade, a traição e o medo do abandono sejam agora mais evidentes com a passagem de Plutão pela sétima casa, revelando padrões emocionais formados na infância e que exigem investimento psicológico para serem superados.

Problemas de saúde ou de profissão ou até mesmo a possibilidade da morte de um dos cônjuges podem dar origem a dificuldades emocionais difíceis de ultrapassar, gerando um sentimento de perda capaz de abalar toda a nossa estrutura emocional.

Um outro acontecimento típico da passagem de Plutão pela sétima casa é o envolvimento com pessoas que têm um Plutão enfatizado no mapa natal, ou que estejam a passar por um trânsito significativo de Plutão. Em regra estes relacionamentos são secretos e precisam manter-se ocultos, como por exemplo a paixão pela mulher do melhor amigo, ou pelo marido da irmã.

Em regra, os relacionamentos são vividos com insegurança, com medo da perda e com a prepotência próprias de quem projecta nos outros os seus temores e os seus complexos mais primários. Não é de estranhar pois, que estes sentimentos negativos, gerem verdadeiras batalhas judiciais, que expressam as dificuldades próprias, de quem ignora o valor do perdão."

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Se depois disso alguém vier discutir que Astrologia é mentira, no estado em que eu estou, eu juro que eu mato.

Um comentário:

Mary Jane disse...

"revelando padrões emocionais formados na infância e que exigem investimento psicológico para serem superados."

acho que isso diz tudo, né