Primeiro grande porre da minha existência. Foi vodca demais pra mim. A pior sensação do Universo, meu Deus! As forças acabaram, era só vômito e tudo girando. Nem as músicas mais maravlhosas tocando conseguiram me dar poder para me levantar e dançar. O negócio era ficar quieta e comer aquele pãozinho de fôrma dado com muito carinho a mim (veja que bêbada gracinha, eu peço pão de fôrma para passar a bebedeira...). Meus amigos, que chegaram comigo, nem vi o rastro. Soube depois que uma deles nem sabe como chegou em casa. Festa do capeta!
Ainda assim, após a grande aliviada do meu fígado, minhas pernas não tinham energia suficiente para me guiar até em casa. Foi lá mesmo que depositei a minha carcaça humana.
Na cama de um francês. Um francês que dormia ao meu lado, num colchãozinho no chão. Uuuh..! A oportunidade de uma noite internacional. O puta frio que me instigou a dividir um espaço mais apertadinho com ele. E o arrependimento do PIOR beijo que já dei em toda a minha existência!! E se o beijo era desses, poupo-me de descrever o que (não) veio depois. Juro, o PIOR beijo!! Meu...! O PIOR SELINHO!!! Até o SELINHO!!! Onde já se viu alguém ser capaz de dar o pior selinho??
E dessa experiência aprendi uma grande lição: nada como um bom brasileiro te chamando de "minha nega"...!
sexta-feira, 14 de maio de 2010
quarta-feira, 5 de maio de 2010
terça-feira, 4 de maio de 2010
Sol em conjunção com Sol. Eu sei, eu sei que não deveria. Minha companheira de quarto chegou a ficar surpresa com o fato de eu me preocupar tanto em agradar às pessoas. Um enorme defeito que atrapalha não aos outros, mas a mim mesma. Sou apenas eu que vomito meu fígado de nervoso de não estar fazendo o suficiente, sou apenas eu que durmo e acordo de olhos inchados e salgados.
Por que vejo as outras pessoas tão desencanadas com a vida e são elas que são idolotradas? Serei eu muito egocêntrica? E olha que não há nem indícios de um aspecto leonino em meu mapa. Procuro ser eu mesma, mostrar uma personalidade única e, em troca, ganho sim alguns fãs, mas são poucos os que verdadeiramente se interessam. E ainda, muitas vezes, tenho um ou dois fãs que acumulam toda a idolatria que poderia se dissolver entre muitos numa pessoa só. E aí eu não quero, pois só gosto do que não presta.
Mais uma festa própria histórica. E ainda tive a preocupação de que o bolo não desse para todos. Isso por não me lembrar que não tenho essa sorte. Sempre sobra bolo. E é por isso que me dói cada elogio ao meu cabelo, ou secundariamente a qualquer característica física minha. Porque sei que é só isso que eu sou. A menina dos cabelos bonitos. Aí prendo-os e volto a ser invisível.
Sou sim depressiva. Espero sim muito dos outros. Odeio sim essa postagem. Mas pelo menos aqui, um outro aspecto invisível da minha vida, posso parar de simular que sou legal, que sou feliz.
Os que estavam presentes são muito queridos por mim, contudo não sinto a mesma intensidade recíproca de todos. Até mesmo do rapazote, aquele mesmo, que compareceu graças ao telefonema da minha companheira de república. Ok, reconheço que não fui muito feliz ao fazer os convites por e-mail e Orkut.
Ah, eu tô irritada. E triste. Mas vai passar.
Logo mais, à noite, enfrentarei a hipocrisia familiar. Preciso começar a ensaiar sorrisos.
Por que vejo as outras pessoas tão desencanadas com a vida e são elas que são idolotradas? Serei eu muito egocêntrica? E olha que não há nem indícios de um aspecto leonino em meu mapa. Procuro ser eu mesma, mostrar uma personalidade única e, em troca, ganho sim alguns fãs, mas são poucos os que verdadeiramente se interessam. E ainda, muitas vezes, tenho um ou dois fãs que acumulam toda a idolatria que poderia se dissolver entre muitos numa pessoa só. E aí eu não quero, pois só gosto do que não presta.
Mais uma festa própria histórica. E ainda tive a preocupação de que o bolo não desse para todos. Isso por não me lembrar que não tenho essa sorte. Sempre sobra bolo. E é por isso que me dói cada elogio ao meu cabelo, ou secundariamente a qualquer característica física minha. Porque sei que é só isso que eu sou. A menina dos cabelos bonitos. Aí prendo-os e volto a ser invisível.
Sou sim depressiva. Espero sim muito dos outros. Odeio sim essa postagem. Mas pelo menos aqui, um outro aspecto invisível da minha vida, posso parar de simular que sou legal, que sou feliz.
Os que estavam presentes são muito queridos por mim, contudo não sinto a mesma intensidade recíproca de todos. Até mesmo do rapazote, aquele mesmo, que compareceu graças ao telefonema da minha companheira de república. Ok, reconheço que não fui muito feliz ao fazer os convites por e-mail e Orkut.
Ah, eu tô irritada. E triste. Mas vai passar.
Logo mais, à noite, enfrentarei a hipocrisia familiar. Preciso começar a ensaiar sorrisos.
terça-feira, 27 de abril de 2010
segunda-feira, 26 de abril de 2010
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