sexta-feira, 14 de maio de 2010

Primeiro grande porre da minha existência. Foi vodca demais pra mim. A pior sensação do Universo, meu Deus! As forças acabaram, era só vômito e tudo girando. Nem as músicas mais maravlhosas tocando conseguiram me dar poder para me levantar e dançar. O negócio era ficar quieta e comer aquele pãozinho de fôrma dado com muito carinho a mim (veja que bêbada gracinha, eu peço pão de fôrma para passar a bebedeira...). Meus amigos, que chegaram comigo, nem vi o rastro. Soube depois que uma deles nem sabe como chegou em casa. Festa do capeta!

Ainda assim, após a grande aliviada do meu fígado, minhas pernas não tinham energia suficiente para me guiar até em casa. Foi lá mesmo que depositei a minha carcaça humana.

Na cama de um francês. Um francês que dormia ao meu lado, num colchãozinho no chão. Uuuh..! A oportunidade de uma noite internacional. O puta frio que me instigou a dividir um espaço mais apertadinho com ele. E o arrependimento do PIOR beijo que já dei em toda a minha existência!! E se o beijo era desses, poupo-me de descrever o que (não) veio depois. Juro, o PIOR beijo!! Meu...! O PIOR SELINHO!!! Até o SELINHO!!! Onde já se viu alguém ser capaz de dar o pior selinho??

E dessa experiência aprendi uma grande lição: nada como um bom brasileiro te chamando de "minha nega"...!

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