Meu mais recente ex-namorado e eu atingimos, finalmente, um equilíbrio. Desde que terminamos, não paramos de nos ver, e temos ficado quase sempre que nos vemos. Procuramos um ao outro quando queremos contar uma novidade, desabafar. E fico feliz quando falo ou estou com ele. A diferença é que agora não tenho mais o dever de dar explicações da minha vida a ele. E ele mesmo passou a não exigir nada de mim. E dessa forma conseguimos nos dar bem, aceitamos que a nossa convivência obrigatória é praticamente impossível, mas não temos como ignorar um tal Vênus em conjunção com Sol na Casa Onze.
Enquanto isso, eu, na minha posição de liberal, amo tantas pessoas quanto posso. E agora dei para me encantar igualmente pelo amigo e companheiro de república do famigerado rapazote. Este tem a vantagem do maravilhosíssimo corpo, associado aos lindos olhos verdes. Mas é com o outro que tenho os mais agradáveis diálogos. Quero os dois pra mim. Simplesmente.
E olha que nem seria assim tão difícil, ein? Só de pensar nos beijos que já vi os dois trocando...
O problema está numa fêmea, uma leoa insaciável (mais que eu), que agora deu para querer todos os homens da faculdade. E não é que aquela ninfeta tem conseguido conquistar os corações viris? Eu, por minha vez, ainda que por inveja ou ciúmes, a vejo como uma ainda "garota Capricho", aquela revista pré-adolescente. Reconheço que ela se esforça para não sê-la, mas dou-lhe ainda pelo menos um ano para ter o meu respeito. O lado açúcar dessa história é que eu acabei dando maior liberdade do que hoje gostaria de ter-lhe dado, porque na época via a luz de uma amizade. O veneno, contudo, se apropriou do contexto. E vendo o meu Vênus, a minha Lua se sentindo ameaçados, sinto-a como uma rival.
Idiotíssimo isso.
domingo, 16 de maio de 2010
sexta-feira, 14 de maio de 2010
Primeiro grande porre da minha existência. Foi vodca demais pra mim. A pior sensação do Universo, meu Deus! As forças acabaram, era só vômito e tudo girando. Nem as músicas mais maravlhosas tocando conseguiram me dar poder para me levantar e dançar. O negócio era ficar quieta e comer aquele pãozinho de fôrma dado com muito carinho a mim (veja que bêbada gracinha, eu peço pão de fôrma para passar a bebedeira...). Meus amigos, que chegaram comigo, nem vi o rastro. Soube depois que uma deles nem sabe como chegou em casa. Festa do capeta!
Ainda assim, após a grande aliviada do meu fígado, minhas pernas não tinham energia suficiente para me guiar até em casa. Foi lá mesmo que depositei a minha carcaça humana.
Na cama de um francês. Um francês que dormia ao meu lado, num colchãozinho no chão. Uuuh..! A oportunidade de uma noite internacional. O puta frio que me instigou a dividir um espaço mais apertadinho com ele. E o arrependimento do PIOR beijo que já dei em toda a minha existência!! E se o beijo era desses, poupo-me de descrever o que (não) veio depois. Juro, o PIOR beijo!! Meu...! O PIOR SELINHO!!! Até o SELINHO!!! Onde já se viu alguém ser capaz de dar o pior selinho??
E dessa experiência aprendi uma grande lição: nada como um bom brasileiro te chamando de "minha nega"...!
Ainda assim, após a grande aliviada do meu fígado, minhas pernas não tinham energia suficiente para me guiar até em casa. Foi lá mesmo que depositei a minha carcaça humana.
Na cama de um francês. Um francês que dormia ao meu lado, num colchãozinho no chão. Uuuh..! A oportunidade de uma noite internacional. O puta frio que me instigou a dividir um espaço mais apertadinho com ele. E o arrependimento do PIOR beijo que já dei em toda a minha existência!! E se o beijo era desses, poupo-me de descrever o que (não) veio depois. Juro, o PIOR beijo!! Meu...! O PIOR SELINHO!!! Até o SELINHO!!! Onde já se viu alguém ser capaz de dar o pior selinho??
E dessa experiência aprendi uma grande lição: nada como um bom brasileiro te chamando de "minha nega"...!
quarta-feira, 5 de maio de 2010
terça-feira, 4 de maio de 2010
Sol em conjunção com Sol. Eu sei, eu sei que não deveria. Minha companheira de quarto chegou a ficar surpresa com o fato de eu me preocupar tanto em agradar às pessoas. Um enorme defeito que atrapalha não aos outros, mas a mim mesma. Sou apenas eu que vomito meu fígado de nervoso de não estar fazendo o suficiente, sou apenas eu que durmo e acordo de olhos inchados e salgados.
Por que vejo as outras pessoas tão desencanadas com a vida e são elas que são idolotradas? Serei eu muito egocêntrica? E olha que não há nem indícios de um aspecto leonino em meu mapa. Procuro ser eu mesma, mostrar uma personalidade única e, em troca, ganho sim alguns fãs, mas são poucos os que verdadeiramente se interessam. E ainda, muitas vezes, tenho um ou dois fãs que acumulam toda a idolatria que poderia se dissolver entre muitos numa pessoa só. E aí eu não quero, pois só gosto do que não presta.
Mais uma festa própria histórica. E ainda tive a preocupação de que o bolo não desse para todos. Isso por não me lembrar que não tenho essa sorte. Sempre sobra bolo. E é por isso que me dói cada elogio ao meu cabelo, ou secundariamente a qualquer característica física minha. Porque sei que é só isso que eu sou. A menina dos cabelos bonitos. Aí prendo-os e volto a ser invisível.
Sou sim depressiva. Espero sim muito dos outros. Odeio sim essa postagem. Mas pelo menos aqui, um outro aspecto invisível da minha vida, posso parar de simular que sou legal, que sou feliz.
Os que estavam presentes são muito queridos por mim, contudo não sinto a mesma intensidade recíproca de todos. Até mesmo do rapazote, aquele mesmo, que compareceu graças ao telefonema da minha companheira de república. Ok, reconheço que não fui muito feliz ao fazer os convites por e-mail e Orkut.
Ah, eu tô irritada. E triste. Mas vai passar.
Logo mais, à noite, enfrentarei a hipocrisia familiar. Preciso começar a ensaiar sorrisos.
Por que vejo as outras pessoas tão desencanadas com a vida e são elas que são idolotradas? Serei eu muito egocêntrica? E olha que não há nem indícios de um aspecto leonino em meu mapa. Procuro ser eu mesma, mostrar uma personalidade única e, em troca, ganho sim alguns fãs, mas são poucos os que verdadeiramente se interessam. E ainda, muitas vezes, tenho um ou dois fãs que acumulam toda a idolatria que poderia se dissolver entre muitos numa pessoa só. E aí eu não quero, pois só gosto do que não presta.
Mais uma festa própria histórica. E ainda tive a preocupação de que o bolo não desse para todos. Isso por não me lembrar que não tenho essa sorte. Sempre sobra bolo. E é por isso que me dói cada elogio ao meu cabelo, ou secundariamente a qualquer característica física minha. Porque sei que é só isso que eu sou. A menina dos cabelos bonitos. Aí prendo-os e volto a ser invisível.
Sou sim depressiva. Espero sim muito dos outros. Odeio sim essa postagem. Mas pelo menos aqui, um outro aspecto invisível da minha vida, posso parar de simular que sou legal, que sou feliz.
Os que estavam presentes são muito queridos por mim, contudo não sinto a mesma intensidade recíproca de todos. Até mesmo do rapazote, aquele mesmo, que compareceu graças ao telefonema da minha companheira de república. Ok, reconheço que não fui muito feliz ao fazer os convites por e-mail e Orkut.
Ah, eu tô irritada. E triste. Mas vai passar.
Logo mais, à noite, enfrentarei a hipocrisia familiar. Preciso começar a ensaiar sorrisos.
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